segunda-feira, 2 de março de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

«A INTERNET INVISÍVEL (WEB INVISIBLE, INVISIBLE WEB)»






«WEB INVISIBLE» - «INTERNET PROFUNDA»

Em 1994, a doutora JILL ELLSWORTH, especializada em estudos da Rede, cunhou o termo INTERNET INVISIBLE para se referir à informação que não era encontrada pelos comuns pesquisadores, por razões técnicas ou simplesmente por conveniência. No ano 2000, um estudo da empresa norte-americana BRIGHT PLANET, elaborado por MICHAEL BERGMAN («THE DEEP WEB: SURFACING HIDDEN VALUE»,< http://www.dad.be/library/pdf/BrightPlanet.pdf > ), confirmava e explicava a existência de uma REDE PROFUNDA- mais adequado que REDE INVISÍVEL-que por aquela altura teria aproximadamente 7500 terabytes ( equivalente a 7500 biliões de bytes ) de informação comparada aos dezanove terabytes da SUPERFICIAL, ou seja a parte da Internet acessível através dos motores de busca convencionais.
Estes valores supunham superar entre 400 e 550 vezes o volume de informação que um utilizador que somente utilizasse , por exemplo, o GOOGLE ou ALTAVISTA. Catálogos de bibliotecas, bases de dados, revistas electrónicas e arquivos de documentos que não podem ou não quiseram ser indexados nos índices destes motores compõem este mar de informação desconhecido pela maioria dos internautas, que se limita a usar unicamente as mais comuns ferramentas de pesquisa.
Num futuro incerto, a Web estará dotada de certa « inteligência artificial », em cujo desenvolvimento já se está a trabalhar, e que se designa de Web semântica. Trata-se de conseguir que a informação disponível na Internet não se componha apenas de meros dados sem sentido algum para os computadores mas, que estes sejam bem sucedidos, de certo modo, a « compreendê-la», com o objectivo de automatizar tantas mais tarefas quantas fôr possível.

(in, IDOIA SALAZAR, «LAS PROFUNDIDADES DE INTERNET»)

WEB SEMÂNTICA
O inventor da WEB, Tim Berners-Lee, dá o seguinte exemplo para ilustrar o novo passo na evolução da Internet:

O sistema de divertimento emitia «WE CAN WORK IT OUT» dos Beatles quando tocou o telefone. Pete,ao atender o telefone, reduziu o som enviando uma mensagem a todos os aparelhos locais que dispunham de controlo de volume. Lucy, a sua irmã, ligava-lhe do consultório médico e dizia-lhe: « A mãe tem de ir a um especialista e depois vai necessitar de fazer várias sessões de reabilitação, duas vezes por semana. Vou contactar o meu agente a fim de poder organizar tudo». Pete ofereceu-se de imediato para repartir com a irmã as deslocações no seu automóvel.
Do consultório médico, Lucy deu as instruções ao seu agente da Web semântica por meio do seu navegador web portátil. O agente tomou nota imediatamente de toda a informação respeitante ao tratamento prescrito entrando em contacto com o agente do médico, examinou várias listas de ministradores de tratamentos e certificou-se dos riscos cobertos pelo seguro da mãe num raio de 35 quilómetros da sua residência, tudo isto permitindo uma avaliação excelente ou muito boa através de serviços competentes para a estimativa. Depois, iniciou a procura de sincronia entre as horas de funcionamento e prestação de serviços (proporcionados pelos agente de cada prestador de serviços através dos seus sítios web ) e os apertados horários de Pete e Lucy.


«PROPÓSITO»

TENHO SIDO, ATÉ HOJE, O HOMEM MAIS INDEPENDENTE DESTE MUNDO,E DESEJO ARDENTISSIMAMENTE CONTINUAR A SÊ-LO.NÃO ALMEJO O APREÇO DOS CONFRADES EM LETRAS, QUE NÃO CONHEÇO E NÃO PROCURO CONHECER.OS MEUS LIVROS SÓ SÃO OFERECIDOS A AMIGOS,OU A CURIOSOS QUE VÊM TER COMIGO:JAMAIS AOS«MESTRES» E LITERATOS QUE DÃO DIPLOMAS DE TALENTO.
ANTÓNIO SÉRGIO

A ACÇÃO COMEÇA NA CONSCIÊNCIA. A CONSCIÊNCIA, PELA ACÇÃO,INSERE-SE NO TEMPO. ASSIM, A CONSCIÊNCIA ATENTA E VIRTUOSA PROCURARÁ O MODO DE INFLUIR NO TEMPO. POR ISSO, SE A CONSCIÊNCIA FÔR ATENTA E VIRTUOSA, ASSIM SERÁ
O T E M P O E O M O D O

A CIÊNCIA FÁCIL, A ERUDIÇÃO FÁCIL, A CULTURA FÁCIL, A ARTE FÁCIL, A VIDA FÁCIL - REPUGNANTES COISAS, MISERÁVEIS, INDIGNAS COISAS.
EIS POR QUE SOU POLEMISTA.
A L F R E D O P I M E N T A
( in, «ALICERCES DOS TELHADOS DE CRISTAL», de ANTÓNIO BARAHONA (DA FONSECA) )

« EX OCCIDENTE LUX »

OS LUSÍADAS

CANTO I


L


Comendo alegremente, perguntavam,
Pela arábica língua, donde vinham,
Quem eram, de que terra, que buscavam,
Ou que partes do mar corrido tinham.
Os fortes Lusitanos lhe tornavam
As discretas respostas que convinham:
-«Os Portugueses somos do Ocidente;
Imos buscando as terras do Oriente.


L U I S D E C A M Õ E S


L O G O S

Pára um momento, ó doida Mocidade,
Na via alucinante da ilusão:
Conforta e reacende o coração,
Ouvindo a sábia voz da Antiguidade !


(Antelóquio ao livro «V E R B O A N T I G O»,

de  N G E L O R I B E I R O , pefaciado por

L E O N A R D O C O I M B R A ,

desenhos de H. PELÁGIO (LISBOA, LIVRARIA FERREIRA,EDITORA,1919).


«SOMOS SEMELHANTES A HOMENS QUE TENTARIAM ESCALAR UMA MONTANHA E SOBRE OS QUAIS
DESABARIAM SEM CESSAR AVALANCHES DE PEDRAS E DE NEVE»

L. TROTSKY-1939